A Vida de Che

por Oesterheld e Alberto e Enrique Breccia

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01/07/17

Deserto e Nuvem de Francisco Sousa Lobo | Chili Com Carne, 2017


[05/07/2017] A pedido de Francisco Sousa Lobo, o autor de Deserto e Nuvem por quem tenho a maior consideração a nível artístico, e para que não persistam mais dúvidas sobre as intenções/conteúdos/autoria de cada parágrafo deste texto, separo-os de forma clara e inequívoca, aumentando este primeiro, suscitado por uma série de eventos ao longo dos últimos anos e por peças jornalísticas sobre a Cartuxa de Évora, mas que em nada tem a ver directamente com a obra em questão. Esse texto virá mais tarde.

Reafirmo: que se fodam os católicos e os satânicos, que se fodam os que beijam cruzes com homens crucificados, que se fodam as imagens com 666, que se fodam os padres com pensões mensais de 7.000 euros, que se fodam as freiras que permanecem em silêncio e reclusão com os seus milhões investidos em produtos bancários e imoveis fechados enquanto dezenas de sem abrigo dormem ao relento, que se fodam os que manipulam a fé dos desesperados!

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Deserto e Nuvem é a mais recente obra de Francisco Sousa Lobo. É o sexto volume da colecção LowCCCost editado por Marcos Farrajota com arranjo gráfico de Joana Pires e publicado pela Chili Com Carne.

“São duas obras de longo curso que examinam a forma de vida na Cartuxa de Évora, onde alguns monges resistem aos costumes do mundo, em absoluto silêncio e solidão. Serve este exame de pretexto para focar a própria natureza da fé humana, do apego às coisas do mundo, do que nos faz sentido ou não.

Deserto é uma narrativa centrada numa semana passada no mosteiro de Santa Maria Scala Coeli Scala Coeli (escada do céu), que é como se chama a Cartuxa de Évora. É um livro quase jornalístico.

Nuvem é composto de 20 cartas endereçadas a um monge cartuxo, e pode ser lido como uma resistência contra ambos os extremos que circundam a fé – o extremo que sabe que Deus não existe, e o extremo que se contenta com absurdos.”

Identifica-se assim o autor: 

“Chamo-me Francisco Sousa Lobo, tenho 43 anos e vivo no Reino Unido, entre Londres e Falmouth, onde ensino ilustração e faço banda desenhada. Já estive do lado dos católicos e dos que renegam as raízes católicas. Agora ando sossegado, sentado numa espécie de muro baixinho, a ler Simone Weil e Kierkegaard. A perspectiva que tenho de cima do muro é curiosa. Tão curiosa que me deu para escrever sem ver que três ou quatro anos se passaram nisto.”

Split-book com 64 páginas impressas a 1 cor e 124 impressas a 2 cores, 23 x 16,5 cm, €18,00



Maximum Rocknroll #413 Out. 2017


Disponível na Black Mamba Distro €4.50
"It’s time for Maximum Rocknroll #413, the October 2017 issue! Do you love KLEENEX/LILIPUT as much as we do? Then you will love the scoop that we have on NEON and their involvement in the early Swiss punk scene. We also speak to Rome’s NOFU on the eve of their first US tour, while LOS IMPUESTOS tell us about the struggles of discovering new music and being a punk in their native Guatemala. Interested in the history of squatting? So is Amy Starecheski, the author of Ours to Lose: When Squatters Became Homeowners in New York City, who spills about an incredibly unique moment in US squatting history. In a dual interview, filmmakers Monika Estrella Negra and Michelle Garza Cervera about combating the dominance of straight white male voices in cinema."