Miracleman: A Idade de Ouro

por Gaiman e Buckingham

Vapor, por Max

Colecção Novela Gráfica

Strapazin 128

Bye Bye Fear, Hello Peer

26/05/17

Novas edições da Polvo


A Editora Polvo do Rui Brito irá apresentar quatro novas edições no XIII FIBDB.

Mensur de Rafael Coutinho, será apresentado no dia 27 de Maio (Sábado), às 16h45, no Cine-Teatro Municipal Pax Julia, com a participação do autor e do editor, Rui Brito. A sessão de autógrafos será das 18 às 19h30.

Em Mensur, Coutinho conta a história de Gringo, um andarilho que percorre cidades brasileiras em busca de trabalhos pontuais. É um dos últimos praticantes de mensur, uma luta de espadas surgida entre estudantes universitários na Alemanha do século XV. Enquanto lida com os seus próprios fantasmas e obsessões, um caso amoroso pode colocá-lo em rota de conflito com o seu passado e com segredos que jamais deveriam vir à tona.

Rafael Coutinho é autor de Banda Desenhada, artista plástico e editor. Nascido em São Paulo em 1980, formou-se em Artes Plásticas pela Universidade de São Paulo (Unesp), em 2004. No seu país é conhecido pelo romance gráfico Cachalote (Quadrinhos na Cia., 2010; Polvo, 2014), O Beijo Adolescente 1, 2 e 3 (selo Cachalote, 2011, 2013 e 2015) e As Aventuras do Barão de Munchausen (Cosac Naify, 2014).

Mensur
Rafael Coutinho
Colecção: Romance Gráfico Brasileiro, nº 17
204 pág., p/b, brochado com badanas
26,4 x 18,5 cm, €17,99
ISBN 978-989-8513-67-0
Polvo, Junho 2017


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Lugar Maldito, com argumento André Oliveira e desenhos de João Sequeira (a dupla criativa de Tormenta, que acaba de ser editado na Polónia), terá apresentação no dia 27 de Maio (Sábado), às 14h30, no Cine-Teatro Municipal Pax Julia, com a participação dos autores e do editor, Rui Brito. Sessão de autógrafos das 18 às 19h30.

Esta é uma BD de terror à portuguesa, passada no Alto Douro.

Samuel e Maria estão em fuga. De tudo, de todos e até de si próprios. Assombrados pelo amor proibido que é o seu, decidem refugiar-se no sítio mais improvável: uma casa antiga, situada numa clareira de silêncios e caretos vigilante. Entre o pó do carvão, inundada pelo cheiro a sangue e a cinzas, nada vai ser como dantes.

Lugar Maldito
Argumento: André Oliveira
Desenhos: João Sequeira
96 pág., p/b, cartonado
25 x 17,5 cm, €12,90
ISBN 978-989-8513-64-9
Polvo, Junho 2017











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Conversas com os putos
Argumento e desenhos: Álvaro
64 páginas, p/b, capa brochada com badanas
22 x 16,5 cm, €7,90
ISBN 978-989-8513-68-7
Colecção: De Bom Humor, nº 8
Polvo, Junho 2017

Conversas com os putos, o novo livro de Álvaro, será apresentado no dia 28 de Maio (Domingo), às 15h45, no Cine-Teatro Municipal Pax Julia, com a participação do autor e do editor, Rui Brito.

O que é um explicador? É alguém que tenta meter na cabeça dos alunos aquilo que não apreenderam na escola. O que é um aluno? É alguém que passa várias horas por dia em frente de um professor, à espera do toque de saída. O que é um professor? É alguém encarregue de manter turmas de quase trinta alunos numa sala e que ainda tem de tentar dar-lhes aulas, até ao dia em que mete baixa psiquiátrica sendo, semanas depois, substituído por alguém que até há pouco tempo ainda era aluno. O que é este livro? É uma compilação de supostos diálogos entre um explicador de Geometria Descritiva e os seus alunos.

O propósito desta obra não é o de insultar os alunos (por muito que apeteça ao autor). Não. É o de olhar para uma geração heterogénea de miúdos que dentro de poucos anos estarão a trabalhar, nas filas do Instituto do Emprego e Formação Profissional, a votar, a ditar o que as TVs transmitem e que (esta parte é importante) nos irão pagar a reforma.

Álvaro nasceu em 1970. Em 1993 licencia-se em Arquitectura na Faculdade de Arquitectura da Universidade Técnica de Lisboa, actividade que exerceu a tempo inteiro até finais da década de 90, tendo paulatinamente vindo a passar-se da elaboração de projectos de licenciamento para as aulas de formação profissional a adultos e de explicações a adolescentes.

Na área da Banda Desenhada já tem umas coisas editadas. Sexo, Mentiras e Fotocópias, Balcão Trauma (2 Vols.) e No Presépio..., este com argumento de José Pinto Carneiro e contemplado no Amadora BD 2014 com o prémio “Melhor Álbum de Tiras de Humor”.

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Madoka Machina nº 4 de André Pereira, será apresentado no dia 28 de Maio (Domingo), às 16h00, no Cine-Teatro Municipal Pax Julia, com a participação do autor e do editor, Rui Brito.
16 páginas a preto e branco, capa a cores em cartolina, 16 x 23 cm


A Leoa: Um Retrato Gráfico de Karen Blixen | G. Floy


Anne-Caroline Pandolfo e Terkel Risbjerg - os autores de O Astrágalo - apresentam um retrato audacioso e imaginativo de Karen Blixen, a autora de África Minha e A Festa de Babete, uma das mulheres mais livres e originais da primeira metade do século 20, e que deixou uma marca indelével e complexa na cultura do seu país, a Dinamarca.

A vida (ou as vidas) da Baronesa Karen Blixen desfila à nossa frente neste álbum. Desde uma infância com um pai adorado mas muito ausente, um aventureiro nunca satisfeito, e com uma mãe encerrada na mentalidade conservadora da Dinamarca do final do século XIX, até uma aventura desesperada para escapar a um destino que lhe tinha sido traçado, burguês e aborrecido: aceita casar com o Barão Bror Blixen, e tomar as rédeas de uma plantação de café no Quénia... onde descobrirá uma paixão louca, o seu grande amor africano... até ao seu regresso à Dinamarca e à sua coroação como autora literária famosa.

O livro terá lançamento no Festival de BD de Beja, dia 27 de maio, pelas 16h15 no auditório do Teatro Municipal Pax Julia (Largo de São João, no centro de Beja), com a presença dos autores e com uma sessão de autógrafos.

Anne-Caroline Pandolfo e Terkel Risbjerg trabalham juntos há alguns anos, em adaptações à banda desenhada de livros vários, e em projectos próprios. Anne-Caroline Pandolfo é ilustradora e argumentista; um encontro fortuito com produtores de filmes leva-a a realizar duas curtas-metragens animadas para crianças, e isso vai encorajá-la a continuar esse trabalho criativo na banda desenhada. Terkel Risbjerg é um artista dinamarquês que estudou cinema e filosofia em Copenhaga, e acabou por se fixar em França, onde trabalhou alguns anos em animação, tendo trabalhado nomeadamente em Le Chat du Rabin e na série Yakari. Juntos, assinaram já cinco romances gráficos: O Astrágalo (já editado pela G.Floy), bem como Mine: Une Vie de Chat, Le Roi des Scarabées, e mais recentemente Perceval, adaptação do Romance de Perceval, publicado nas Éditions Le Lombard - e este A Leoa. Para o seu próximo projecto, adaptarão para BD o célebre romance Serena, de Ron Rash.

“Redescoberta pelo grande público pela ocasião da estreia do filme Out of Africa (1985), a autora dinamarquesa não se pode reduzir a um único romance. E é isso que demonstram Anne-Caroline Pandolfo e Terkel Risbjerg com A Leoa. Morta aos setenta e sete anos, Karen Blixen no fim apenas viveu dezassete anos na sua fazenda de Mbogani! (...) Um álbum que não é bem uma autobiografia no sentido estrito, mas sim um álbum que retoma os princípios do conto, em que a singularidade do destino da heroína é entendida através do olhar das fadas totémicas que se aproximaram do seu berço e zelaram para que ela se tornasse quem acabou por ser.”
Chroniques BD Gest

Para uma interessante entrevista dos autores ao célebre programa de TV Francês La Grande Librairie! apresentado por François Busnel, sigam este link para o Youtube: https://youtu.be/YsV9FTW0M8o

A Leoa: Um Retrato Gráfico de Karen Blixen
Argumento: Anne-Caroline Pandolfo
Desenhos: Terkel Risbjerg
192 págs., cor, capa dura, 28 x 20,5 cm, €17,99
ISBN: 978-84-16510-35-1
G. Floy, Maio 2017

25/05/17

Nagual de Diniz Conefrey | Quarto de Jade 2017


Nagual é a mais recente narrativa gráfica de Diniz Conefrey. Publicada pela Quarto de Jade, a preto e branco, é baseada nas pinturas murais da cidade arqueológica de Teotihuacan, no México central. Este livro está dividido em seis capítulos: Árvore-canção, O segredo, Serpente emplumada, A procissão dos jaguares, O umbigo da terra e Zacuala, e tem como origem um fluxo musical, erguendo-se através das imagens remotas de uma cultura-autor, expressão de uma natureza colectiva. Por isso a sua assinatura pretende ser impessoal.

Nagual, Diniz Conefrey, 136 págs., p/b, capa dura, 25 x 19 cm, €21,00, Quarto de Jade, Maio 2017

Árvore-canção
O segredo
Serpente emplumada
A procissão dos jaguares
O umbigo da terra
Zacuala


23/05/17

A Arte de Autor edita Corto Maltese


A editora Arte de Autor continua, e bem, a apostar na edição de autores italianos clássicos. Depois de uma das melhores obras de Milo Manara, O Rei Macaco, em parceria com Silverio Pisu; e de Serpieri com a juvenil Druuna ( e esqueçam o Anima, exercício supérfluo e unicamente comercial), chega agora a vez de A Balada do Mar Salgado, obra maior de Hugo Pratt, e que deu inicio às deambulações do marinheiro anarquista Corto Maltese.

Esta edição, limitada a 1000 exemplares, a preto e branco, capa dura, com prefácio de Umberto Eco e caderno introdutório com aguarelas a cores, é comemorativa dos 50 anos passados sobre o início da publicação de Una ballata del mare salato no nº 1 da italiana Sgt. Kirk, em Julho de 1967.

Do press release da editora:

“Sou o Oceano Pacífico e sou o Maior. É assim que me chamam há já muito tempo, embora não seja verdade que eu seja sempre pacífico”.

É com esta frase que começa A BALADA DO MAR SALGADO, a obra onde surge pela primeira vez Corto Maltese.

Estamos a 1 de Novembro de 1913, quando algures no Pacífico, entre o meridiano 155º e o paralelo 6º Sul, os primos Pandora e Cain Groovesnore são resgatados como únicos sobreviventes do naufrágio do navio “A Jovem de Amesterdão”.

O catamarã que os resgata, tripulado por nativos, é comandado por um estranho e rude homem branco, de longas barbas e olhar sombrio a quem chamam Rasputine. Este aceita manter os dois jovens a bordo pois, aparentando pertencer a famílias abastadas, acredita que  poderão valer-lhe um avultado resgate.

Mas no seu trajecto rumo a Kaiserine, o catamarã  fará outro estranho encontro com alguém à deriva. Trata-se de Corto Maltese, um velho conhecido de Rasputine e do Monge, amarrado a uma jangada e lançado ao mar por uma tripulação amotinada.

Corto é um marinheiro sem pátria, um aventureiro que não se fixa a um território nem defende outras ideologias a não ser as suas. O barco em que navegava encalhara há alguns anos na ilha do “monge”, e ele acabou por estabelecer uma ligação à enigmática figura encapuzada. Mas embora se movimente no seio de um grupo de piratas, Corto tem um código de conduta e de honra muito próprios, que por várias vezes o oporão a Rasputine.  

A Balada do Mar Salgado, Argumento e Desenho: Hugo Pratt, 184 págs., p/b e cores, capa dura, €26,95, ISBN: 978-989-99674-6-5, Arte de Autor, Maio 2017



Assinala-se também a publicação de Sob o Sol da Meia Noite, álbum de 2015 com argumento de Juan Díaz Canales e desenhos de Ruben Pellejero , que pretende (de forma bastante discutível) continuar as aventuras de Corto Maltese sob a matriz de Pratt, aqui numa primeira edição a cores.

Sob o sol da meia noite 
Argumento: Juan Díaz Canales
Desenho: Rúben Pellejero
88 págs., cor, capa dura, €18,65
ISBN: 978-989-99674-7-2
Arte de Autor, Maio 2017

Agora é esperar a vez do Buzzelli, do Crepax, do Battaglia, do Micheluzzi...

 

19/05/17

Bathory no Brasil


Não, não é a banda sueca que ressurge das cinzas e regressa ao Brasil mas sim uma possível adaptação gráfica de alguns dos seus temas que agora tem edição brasileira. 

Erzsébet, o romance gráfico de Nunsky que relata a história macabra da condessa húngara Erzsébet Bathory, publicado pela Chili Com Carne em 2014, foi agora editado no Brasil pela Zarabatana Books, como resultado da primeira venda de direitos de um livro para o estrangeiro por parte da associação/editora portuguesa.

Na contra-capa desta edição brasileira do 17º volume da Colecção CCC, faz-se o aviso que resulta como recomendação: Aconselhável para adultos!

Em Outubro, segue-se a edição espanhola de The Care of Birds / O Cuidado dos Pássaros de Francisco Sousa Lobo.

Da sinopse:

Erzsébet Báthory, a infame condessa húngara contemporânea de Shakespeare, ao contrário deste, incarnou como poucos o lado negro e animalesco do ser humano. Atribuem a Erzsébet centenas de crimes inomináveis – e por isso ficou conhecida como Tigresa de Csejthe e Condessa Sanguinária – que a colocaram no mesmo lendário patamar de Gilles de Rais e Vlad, o Empalador. Por detrás de seu rosto pálido, de olhar impassível e melancólico, ocultava-se o próprio demônio, Ördög.

Em Erzsébet, o quadrinista português Nunsky recria com maestria a vida sombria desta personagem misteriosa e assustadora.


Prémio Nacional de Banda Desenhada Amadora BD 2015 de Melhor Desenho para Álbum Português e seleccionado por Pedro Moura nas Best Graphic Novels 2015 no site do Paul Gravett, este romance gráfico é visto assim André Coelho, por outro grande autor de cenas macabras: 

"Erzsebet é um grande livro. Consegue ter aquele espírito dos filmes do Jess Franco e afins, em que por vezes é mais importante a iconografia e a imposição de elementos simbólicos / esotéricos ou fragmentos de actos violentos e ritualizados (como as mãos nas facas ou as perfurações e golpes) do que termos uma continuidade explicita e lógica da narrativa, o que cria toda uma tensão e insanidade ao longo do livro e de que há forças maiores do que a nossas a operar naquele espaço."


Nunsky é um criador nortenho que só participou no zine Mesinha de Cabeceira da Chili Com Carne. Assinou o número 13 por inteiro, um número comemorativo dos 5 anos de existência do zine, com uma bd intitulada 88, que pode ser considerada única no panorama português da altura (1997) mas também nos dias de hoje, pela temática psycho-goth e uma qualidade gráfica a lembrar os Love & Rockets ou Charles Burns.

O autor desde então retirou-se de cena, preferindo tornar-se vocalista da banda The ID's cujo o destino é desconhecido.

Em 2014 deu-se o seu regresso em grande com este Erzsébet e em 2015 tivemos Nadja - Ninfeta Virgem do Inferno, um sonho aerográfico entre a cena metaleira de LA dos oitentas e a distopia do RanXerox.

Em 2016, novo número, o 28, do Mesinha de Cabeceira e outra vez exclusivamente com um trabalho de Nunsky, Espero chegar em breve, a sua adaptação do conto de Philip K. Dick, numa Edição Nunsky Comics com o apoio da MMMNNNRRRG.

16/05/17

XIII Festival Internacional de BD de Beja | Programa


Já se encontra em linha o programa completo do XIII Festival Internacional de BD de Beja, que irá decorrer entre os dias 26 de Maio e 11 de Junho, no Centro Histórico da cidade e em especial no Largo do Museu Regional.

Das exposições destaca-se as dedicadas a: Anne-Caroline Pandolfo e Terkel Risbjerg, autores de O Astrágalo, publicado pela G.Floy, que agora lança nesta edição do Festival A Leoa, um retrato de Karen Blixen; Jorge Coelho, autor do qual poderemos apreciar as excelentes pranchas originais sem a interferências das cores gringas; o grande Juan Giménez, mestre do desenho e da cor directa que preparou esta exposição exclusivamente para Beja; Judith Vanistendael, que para além de revelar parte da sua obra, mostra também a urgência de a ver publicada por cá; Sofia Neto, uma das melhores autoras nacionais, que recebe agora em Beja o Prémio Geraldes Lino pelo trabalho de excelência que tem desenvolvido como autora de fanzines e edições alternativas - lança também, neste âmbito, o fanzine Bizarras, Coleção Toupeira nº 10, editado pela Bedeteca de Beja; o brasileiro Rafael Coutinho; e Vinhetas da Roménia, uma oportunidade para descobrir a banda desenhada romena.

Ciudad de Ricardo Barreiro e Juan Giménez
Anne-Caroline Pandolfo e Terkel Risbjerg
Bizarras, Coleção Toupeira nº 10, de Sofia Neto

Nos lançamentos, além dos já referidos, destacam-se: Shenzen de Guy Delisle, pela Devir; Mensur de Rafael Coutinho, pela Polvo; Aurora Boreal e O Instinto Supremo (Apenas Livros), de José de Matos-Cruz (texto) e Daniel Henriques, Daniel Maia e Susana Resende (ilustrações) e a apresentação da revista O Infante Portugal em Universos Reunidos (Arga Warga/Kafre), de José de Matos-Cruz (texto), Daniel Maia (desenho), Susana Resende e Daniel Henriques (artistas convidados), e José Garcês e José Ruy (participação especial),
Mensur de Rafael Coutinho

Na trilha sonora deste ano teremos os Plause com Sofia Neto; Bicho do Mato com Andreia Rechena (Sexta); Os Compotas com João Sequeira; Jiboia com Jorge Coelho (Sábado) e os Dj’s Daw (Sexta) e MMMNNNRRRG (Sábado).

O programa completo pode ser consultado em http://www.festivalbdbeja.com/



14/05/17

Le Collectionneur de Briques de Pedro Burgos

Le Collectionneur de Briques é a nova narrativa gráfica de Pedro Burgos. Inédita em Portugal [!], é publicada agora em Maio pela francesa 6 Pieds Sous Terre na sua Collection Monotrème {Mini}.

Após a falência da sua empresa, Valerio, um arquitecto, resolveu erigir, sem motivo aparente, uma singular torre de tijolo. Por entre a curiosidade, compaixão e medo dos seus vizinhos, esta construção reflecte a desconstrução das nossas cidades e da nossa sociedade.

Num contexto de crise económica, a história poética, trágica, mas combativa de Valerio, auxiliado aqui por Chiara, uma voluntária lisboeta, fala sobre o rebaixamento dos cidadãos europeus nesta época de degradação das condições de vida, alimentada uma globalização nivelada por baixo.




Le Collectionneur de Briques
Pedro Burgos
Collection Monotrème {Mini}
56 págs., bicromia, capa dura, 22,5 x 16,7 cm, €10,00
ISBN: 978-2-35212-129-9
6 Pieds Sous Terre, Maio 2017

A 6 Pieds Sous Terre é uma editora francesa de bd alternativa criada em 1991. Já publicou duas obras de autores portugueses: Celle de ma vie, celle de mes rêves de Pedro Brito e João Fazenda, em 2008 (Tu és a mulher da minha vida, ela a mulher dos meus sonho, Polvo, 2001); e L’amour infini que j’ai pour toi de Paulo Monteiro, em 2013 (O Amor Infinito que te Tenho e outras histórias, Polvo, 2010).






11/05/17

XIII Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja


O Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja realiza-se este ano entre os dias 26 de Maio e 11 de Junho, realizando-se, pelo segundo ano consecutivo, no Centro Histórico da cidade e em especial no Largo do Museu Regional.

Ao todo, serão 18 as exposições patentes ao público, e 10, os países representados, da Argentina à Dinamarca, passando por Angola e pela Roménia. Para além das exposições, o Festival oferece aos visitantes uma Programação Paralela bastante diversificada onde pontuam as apresentações de projetos, as conversas à volta da BD, o lançamento de livros, as sessões de autógrafos, workshops ou os concertos desenhados.

Como não podia deixar de ser, o Festival tem também à disposição dos visitantes o Mercado do Livro - a maior livraria do país durante este período, com mais de 60 editores presentes - e uma zona comercial com várias tendas instaladas (venda de action figures, arte original, posters, prints, etc.)

O Festival inaugura sexta-feira, 26 de Maio, às 21h00, no Pax Julia – Teatro Municipal.

Na sexta-feira 26 e no sábado 27 as noites são de concertos desenhados (a programação só termina às 4h00 da manhã.)

O primeiro fim-de-semana (26, 27 e 28 de Maio) reunirá os autores representados nas exposições, podendo-se já contar com a presença no dia 27 do argentino Juan Giménez, um dos grandes autores de ficção-cientifica.


O Festival pode ser acompanhado no site www.festivalbdbeja.com ou em www.facebook.com/bedetecabeja.

Maximum Rocknroll #411 Agosto 2017


Disponível na Black Mamba Distro €4.50
"Maximum Rocknroll #411, the August 2017 issue — our first-ever Pinoy Punk Special! This issue is absolutely packed with bands, activists, history, scene reports, and everything in between covering punk in the Philippines and beyond. Check out interviews with the organizers of Aklasan Fest — a Bay Area-based punk festival featuring all Pinoy bands, Manila infoshop Etniko Bandido, DIY organizers in the Flowergrave Collective, Quezon City environmental activist Chuck Baclagon, NYC migrant worker organizer Gary Kadena, and an extensive history of autonomous spaces and infoshops in the Philippines going back to the early ’90s. Zine coverage includes a conversation between femme zinesters elena corinne of Brown Recluse Zine Distro and Honey Andres, an interview with Bamboo Girl zine, and a rundown of some of the Philippines’ most interesting DIY zines and resources."